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S e você sente alguma dor que já dura mais de 3 meses você pode fazer parte de um grupo de cerca de 30% de brasileiros que sofrem de dor crônica. Segundo, estudo de mapeamento feito no Brasil em 2010 pela SBED (Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor), cerca de 30 % dos brasileiros sofrem de dor crônica e, segundo a definição da IASP ( International Association for the Study of Pain), já podemos considerar dor crônica um dor que persiste há mais de 3 meses.

 

Dentre as dores crônicas, as mais prevalentes são as cefaleias (dores de cabeça) e as dores de coluna. Muitos hábitos nocivos atuais contribuem para este resultado: uso abusivo de tecnologias como celulares ou tablets, permanência prolongada no trânsito urbano, sedentarismo etc. Essas causas são muito bem conhecidas mas muitas vezes protelamos a busca por ajuda e isso pode acabar influenciando na cronicidade da dor. O nosso sistema nervoso é responsável pelo processamento de todas as informações do nosso corpo em relação ao meio. Havendo alguma situação de potencial risco ou dano ao nosso corpo, ele vai sinalizar com a dor. Então, em um primeiro momento, a dor é vital pra manter a integridade do nosso corpo. Mas, quando esta sinalização vai se prolongando com o tempo e a dor persistindo por semanas ou meses, o nosso sistema nervoso começa a modificar seu funcionamento para se “adaptar” e criar um sistema de “memória” da dor. Quando isso acontece, muitas vezes a causa original da dor já pode nem existir mais e a dor se torna a própria DOENÇA a ser tratada! Então se estabelece a DOR CRÔNICA ! Qualquer dor pode acabar se cronificando e toda dor deve ser tratada!

A investigação de uma dor crônica começa por uma completa história clínica e exame físico pois os exames laboratoriais fornecem pouca informação relevante no diagnóstico efetivo da dor. Por exemplo, nos casos de dor de coluna, a principal causa de dor nas costas é a dor miofascial (dor muscular) e comumente os pacientes submetidos a exames de imagem mostram protrusões de disco, sendo que os mesmos nem sempre são os causadores da dor e, esses pacientes, muitas vezes acabam sendo submetidos a cirurgias que nem sempre resolvem a sua dor. A avaliação clínica e fisioterápica é fundamental na definição do tratamento a ser realizado.

Quando aliamos esta avaliação juntamente com os exames laboratoriais, a análise criteriosa de ambos pode resultar em maior eficácia terapêutica. Os exames laboratoriais para estudo da dor são vários como exames por Raios-X, tomografia computadorizada, eletroneuromiografia, exames bioquímicos com pesquisa de marcadores inflamatórios entre outros e tem um exame chamado termografia cutânea de corpo inteiro, através do qual, a captação de imagem térmica do corpo pode auxiliar no diagnóstico da dor.

Muitas vezes, ainda assim, fica difícil estabelecer completamente o diagnóstico da dor e realizamos bloqueios anestésicos testes e terapêuticos que são pequenos procedimentos ambulatoriais para bloquear a transmissão da dor por meio de anestésicos e comprovar e tratar a dor.

Além do bloqueio, outros meios são utilizados para controlar e tratar a dor crônica como a fisioterapia, acupuntura, pilates, terapia cognitivo-comportamental, RPG ou mesmo procedimentos de intervenção ambulatorial como tratamentos por radiofrequência, neuromodulação ( implante de eletrodos e bombas de infusão de fármacos) ou cirurgias.

Dr. Benedito Domingos Amorim Filho

CRM 90381

Médico neurocirurgião do Centro Médico Berrini -  especialista em Dor

 

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