Notícias

Acompanhe as informações e curiosidades
da área médica e do Centro Médico Berrini

Notícias

Ultimamente, muitos planos de saúde tem vendido seus produtos com cláusulas que determinam o pagamento de parte do valor do tratamento pelo próprio segurado , a chamada co participação. 

A co-participacao é uma ferramenta que visa inibir gastos considerados desnecessários com a saúde uma vez que parte do valor dispendido será feito pelo paciente. Isso tem gerado inúmeros questionamentos sobre o que é considerada uma consulta de retorno .

O Conselho Federal de Medicina  em matéria publicada no Diário Oficial da União em janeiro 2015 , resolução 1.958/10,  estabelece que é prerrogativa do médico fixar prazos para retorno de consulta. De acordo com a norma, a consulta é constituída por anamnese (entrevista sobre o histórico do paciente e, se for o caso, da doença), exame físico, elaboração de hipóteses ou conclusões diagnósticas, solicitação de exames complementares (quando necessários) e prescrição terapêutica.

Caso haja a necessida de que o paciente se submeta a exames cujos resultados não podem ser apreciados na consulta, o ato médico terá continuidade em um segundo encontro, que deverá ocorrer dentro de prazo fixado pelo médico – a resolução determina que, neste caso, não deve haver cobrança de novos honorários. No entanto, havendo alterações de sinais ou sintomas que requeiram nova anamnese, exame físico, formulação de hipóteses ou conclusões diagnósticas e prescrição terapêutica o trabalho médico será considerado nova consulta e deverá ser remunerado.

Nos casos de doenças que exigem tratamento prolongado, com reavaliações e modificações terapêuticas, as consultas poderão ser cobradas, a critério do médico.
“A resolução regulamenta o ato da consulta médica e a possibilidade de sua complementação em um segundo momento, no retorno. A determinação do tempo necessário para avaliação do paciente e de seus exames segue critérios técnicos e médicos, e não administrativos”, explica o conselheiro federal Antônio Pinheiro, relator do documento.
A norma diz que instituições de assistência hospitalar ou ambulatorial, empresas que atuam na saúde suplementar e operadoras de planos de saúde não podem interferir na autonomia do médico e em sua relação com o paciente, nem estabelecer prazo de intervalo entre consultas. Os diretores técnicos dessas instituições serão eticamente responsabilizados em caso de desobediência às determinações da resolução.

Na pratica , o Conselho de Ética do Centro Medico Berrini , atendendo a tal resolução do Conselho Federal de Medicina , entende que qualquer consulta agendada será considerada um ato médico e passivo de cobrança com exceção á consulta que imponha atenção direta a saúde do paciente e deverá ser agendada juntamente com o médico no ato da primeira consulta . Exemplo - o médico se depara com um paciente com pneumonia ou cólica renal , e , após sua avaliação , solicita que o paciente retorne no prazo estipulado por ele para seguimento do motivo que o levou a consulta - este ato medico não será passivo de cobrança de honorários. Cabe salientar que , pedido de receitas , atestados ou exames também obedecerão as prerrogativas da resolução, ficando a cargo do médico assistente a cobrança ou não de seus honorários por esse ato visto que, podemos entender, que a disponibilidade do sistema para tais serviços também gera custos que poderão ser repassados aos pacientes solicitantes desse tipo de serviço.

A equipe médica e administrativa do Centro Médico Berrini conta com sua compreensão .

Centro Médico Berrini

Rua Hilário Furlan, 107
Brooklin - São Paulo - SP
CEP: 04571-180

Clique aqui para visualizar o mapa

Horário de funcionamento

Consultas
Segunda a sexta - Das 8:00 as 20:00h

Exames
Segunda a sexta - Das 8:00 as 18:00h
Sabado - Das 8:00 as 12:00h

Novidade!

Agora temos convênio com estacionamento no nº 63 de nossa rua!!