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Pode parecer clichê, mas a frase “cuide da saúde hoje para não ter que cuidar de uma doença no futuro” faz sentido, ainda mais nos dias atuais. Isso porque, pacientes jovens, movidos por fatores como a correria do dia a dia, sedentarismo e má alimentação, estão desenvolvendo problemas como colesterol alto e diabetes que, consequentemente, podem acarretar no surgimento e agravamento de doenças cardíacas.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, em todo o mundo, 17 milhões de pessoas (quantidade equivalente a cerca de um terço da mortalidade total) morrem por causa de doenças cardiovasculares, incluindo infartos e derrames. Somente no Brasil, uma pessoa morre por minuto por causa de doenças cardiovasculares, totalizando aproximadamente 350 mil pessoas por ano. Proporcionalmente, os homens acima dos cinquenta anos são os mais atingidos. Eles correspondem a 55% desse total, já as mulheres a 45%.

Essas doenças comprometem o coração e os vasos sanguíneos, impedindo que o sangue circule e irrigue os órgãos. Por causa disso, pode ocorrer infarto, insuficiência cardíaca, arritmias, AVC, ou ainda outros tipos de alterações na circulação do sangue.

Sintomas de doenças cardiovasculares

O problema é que os sintomas que acusariam algum tipo de falha ou mau funcionamento do coração não são perceptíveis, o que faz com que essas doenças sejam altamente letais. Geralmente as doenças cardiovasculares tendem a piorar ao longo dos anos e quando os sintomas aparecem o quadro do paciente, muitas vezes, já não pode mais ser revertido.

Grupo de risco

O risco de desenvolver doenças cardiovasculares é muito maior em pessoas que possuem:

- Colesterol alto;

- Diabetes;

- Pressão alta;

- Hábitos de vida pouco saudáveis (como nível elevado de estresse e má alimentação);

- Tabagismo;

- Sedentarismo;

- Histórico familiar de algum parente próximo que já tenha sofrido com doenças cardiovasculares, ou de patologias que possam desencadeá-las.

Estatísticas revelam que, se todos os brasileiros se submetessem a um exame para medição de colesterol, aproximadamente 40% da população perceberia que está com taxas acima do normal, ultrapassando os limites do que é considerável saudável.

Tipos mais comuns de doenças do coração

Elas podem ser divididas em dois grupos: as que apresentam sintomas e as que são assintomáticas. O paciente pode sentir dor no peito e arritmia ( falha no batimento cardíaco), por exemplo. Já no caso das doenças que podem apresentar sintomas estão: hipertensão ou aterosclerose (acúmulo de gordura, colesterol e outras substâncias nas paredes das artérias e dentro delas).

Entre as doenças mais comuns que acometem o músculo cardíaco, estão:

- Infarto agudo do miocárdio;

- Doenças nas válvulas cardíacas;

- Doenças cardíacas congênitas;

- Endocardite;

- Arritmias;

- Miocardite;

- Tumores no coração.

A recomendação para manter o coração saudável é começar a ter hábitos saudáveis o quanto antes. Além de visitar o cardiologista periodicamente, aderir a pequenas mudanças pode significar uma vida saudável.

Prevenção cardiovascular

A boa notícia para os jovens é que mudanças simples no dia a dia, ao virarem rotina, podem ter grande efeito na saúde e diminuir drasticamente as estatísticas ruins a respeito de doenças cardiovasculares.

Pequenas medidas de prevenção cardiovascular ainda são consideradas como a forma mais eficaz para manter o coração saudável e fora de risco, informação que precisa ser divulgada para ganhar grandes proporções, mudando os índices atuais.

Algumas medidas simples podem ser tomadas quase que imediatamente. Uma delas é manter-se ativo. Pesquisas apontam que a prática de exercícios físicos pode reduzir em até 14% os riscos de um infarto.

A dica é realizar uma consulta com um cardiologista que irá fazer uma análise do quadro, verificando se não há nenhum tipo de restrição ou contraindicação. Após essa análise, basta optar por uma atividade prazerosa com ritmo moderado e praticá-la conforme recomendação médica.

Outra atitude simples é optar por uma alimentação saudável. Dê prioridade aos alimentos naturais como verduras, frutas, cereais e proteínas magras. Além disso, beba água com frequência (ao menos dois litros por dia). Para manter o coração saudável, existem alimentos que devem ser evitados como os ricos em sódio, açúcares e gorduras saturadas. O consumo de sódio presente em alimentos industrializados, por exemplo, não deverá ultrapassar dois gramas por dia.

Pacientes com tendência à obesidade podem ser alvos fáceis não só de problemas cardiovasculares, mas de doenças como hipertensão, dislipidemia e diabetes. Qualquer pessoa pode – e deve – se policiar e verificar se está acima do peso ideal que é calculado pelo IMC – índice de massa corpórea, que resulta da divisão entre o peso e a altura ao quadrado (IMC = peso/altura²). A referência de valor normal está entre 18 e 25 kg/ m², sendo que os valores que ultrapassarem esse número, já são considerados como excesso de peso.

Quem fuma também apresenta uma maior chance de desenvolver doenças cardíacas: apenas por ser fumante, a probabilidade de sofrer um infarto é 30% maior. Isso ocorre porque a nicotina e o tabaco são altamente prejudiciais ao sistema cardiovascular.

A pressão arterial deve ser constantemente analisada por pessoas que já tem algum tipo de pré-disposição a alguma doença cardiovascular. Ela é uma das principais responsáveis por problemas como AVC (acidente vascular cerebral), infarto, aneurisma, além de insuficiência renal e cardíaca.

Outro ponto importante a ser considerado é que, mesmo diante da maratona diária com a realização de diversas atividades, o simples ato de relaxar pode tirar uma pessoa da influência do estresse, que aumenta em 60% o risco de infarto.

Se o paciente sofrer com sintomas de estresse, o médico cardiologista poderá indicar alguns tipos de atividades para auxiliar no relaxamento como praticar algum tipo de atividade física ou realizar exercícios de musculação, descansar e dormir, pelo menos, sete horas por dia.

No Centro Médico Berrini, a cardiologista Dra. Ana Cristina Quadros Martinez é a responsável por atender os pacientes que procuram tanto se prevenir de possíveis doenças cardíacas, quanto tratar quadros pré-existentes.

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