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Talvez você já tenha estudado na escola, tenha ouvido falar em alguma matéria na TV ou lido em jornais e revistas sobre o sistema circulatório humano. É por ele que o sangue e outros nutrientes “viajam” pelo corpo, mantendo-o abastecido e, consequentemente, funcionando. As artérias carótidas fazem parte desse esquema levando sangue oxigenado do coração para o cérebro.

Todas as pessoas possuem duas artérias carótidas, uma que leva sangue para o lado direito do cérebro e a outra que o encaminha para o lado esquerdo. Basicamente, elas funcionam como túneis para que o líquido siga seu caminho, que começa no tórax e termina no crânio.

A doença das artérias carótidas ocorre quando, por algum motivo, esse túnel sofre um estreitamento que dificulta a passagem do sangue. Como resultado da doença, pode acontecer um Acidente Vascular Cerebral (AVC) ou derrame, como é popularmente conhecido.

O que é?

Imagine que um copo de óleo e gordura cai em um cano que leva água do ponto A ao ponto B. Quando isso acontece, apenas um fiozinho de água continua sendo levado do começo ao fim. Depois de um tempo, você resolve usar um desentupidor e, junto com a água, são levadas placas de gordura e óleo. De maneira ilustrada, é assim que funciona a doença carotídea.

Esse estreitamento das artérias carótidas é chamado de estenose e é consequência da aterosclerose, a formação de placas (acúmulo de gordura) nas paredes das artérias. Em alguns casos, o espaço pode ser quase ou completamente obstruído.

Como o sangue continua saindo do coração para ser enviado ao cérebro, ocorre uma pressão no local do estreitamento que pode fazer com que a aterosclerose se rompa e envie, junto com o sangue, as placas para o cérebro. Esses fragmentos acabam obstruindo também os vasos cerebrais e impedindo o recebimento do sangue, resultando, assim, em um AVC (que se caracteriza justamente pela falta de sangue e oxigênio).

O que causa a doença das artérias carótidas?

Existem alguns fatores de risco que estão relacionados ao desenvolvimento do depósito de gordura na parede das artérias. Entre eles estão hipertensão (pressão alta), diabetes, tabagismo, colesterol alto, varizes e sedentarismo (que está bastante ligado a algumas das condições citadas anteriormente).

Diagnóstico

A doença das artérias carótidas pode passar muito tempo sem apresentar nenhum sintoma. Em muitos casos, o próprio AVC é o primeiro ‘sintoma’ que surge e leva a suspeita da condição. Por isso, se o paciente apresentar algum fator de risco é importante realizar consultas periódicas e check-ups frequentes. Assim, o diagnóstico da doença pode acontecer precocemente, bem como a prevenção de um derrame.

Existem alguns exames simples que auxiliam no diagnóstico da doença carotídea. Um deles é o ultrassom, que avalia se existe estreitamento ou obstrução da artéria, bem como a tomografia e a ressonância magnética. A angiografia, método de radiografia com uso de contraste, também pode ser solicitada para diagnosticar a condição.

Tratamento

O cirurgião vascular costuma indicar diferentes métodos para o tratamento da doença das artérias carótidas. Realizar mudanças no dia a dia é muito importante para reduzir os fatores de risco da doença e, junto, evitar o AVC. Parar de fumar, realizar exercícios regularmente e ter bons hábitos alimentares estão entre as medidas que podem ser tomadas.

Além disso, alguns casos podem receber indicação de medicamentos para ajudar nas condições de risco, como medicação para a hipertensão e outras que afinam o sangue.

O cirurgião vascular pode encaminhar os casos mais graves da doença para a cirurgia, a fim de retirar a placa que causa o estreitamento. Outra opção é o stent, que consiste na implantação (pela virilha) de um tubo metálico na artéria, corrigindo a obstrução.

Os fatores de risco e os exames são avaliados minuciosamente pelo médico especialista antes de decidir qual a melhor forma de tratamento. Vale lembrar que, para evitar riscos de AVC, todas as pessoas podem buscar ter um estilo de vida saudável.

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