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O último mês do ano é conhecido pela atenção à prevenção do câncer de pele, batizado de “Dezembro Laranja”. Encabeçado pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), a entidade realiza ações para estimular a população a evitar o câncer mais comum no País, convidando as pessoas a conhecerem sobre este tipo de problema e preveni-lo.

No Brasil, o câncer de pele é o mais comum entre a população com cerca de 176 mil casos ao ano. A doença é definida pelo crescimento anormal e sem controle das células que compõem a pele. São muitos os tipos de câncer de pele e o médico dermatologista é o responsável pelo auxílio da prevenção, diagnóstico, tratamento e acompanhamento.

O câncer de pele tem diferentes tipos, que são divididos em câncer de pele não-melanoma e câncer de pele melanoma.

Na categoria de câncer de pele não-melanoma estão incluídos os carcinomas basocelular (CBC) e espinocelular (CEC). Quase 80% dos cânceres de pele não melanoma são do tipo CBC e 20% são do tipo CEC. Normalmente classificados como benignos, são mais fáceis de tratar e de curar.

Já na categoria de câncer de pele melanoma está o melanoma maligno, que é o tipo mais grave e com menores chances de cura. Este tipo é o único considerado fatal se não for diagnosticado e tratado corretamente, devido à alta possibilidade de metástase quando não tratado precocemente. Ele está aumentando no mundo, apesar de ter uma incidência baixa perante os outros tipos.

O melanoma maligno se origina nos melanócitos, que são as células que produzem melanina, a responsável por determinar a cor da pele dos indivíduos. E neste quadro de câncer, pessoas de pele, cabelos e olhos claros têm mais propensão a este tipo de câncer por causa da maior sensibilidade aos raios ultravioleta. O histórico familiar também é muito importante. Pessoas que já tiveram casos de melanoma na família correm mais risco de apresentar a doença devido ao fator genético, por isso devem prestar atenção a qualquer alteração na pele.

Diagnóstico

Os pacientes podem fazer observações iniciais em casa, ajudando a identificar as lesões do câncer de pele, porém, apenas o médico dermatologista poderá fazer o diagnóstico correto. Quando se tem alguma mancha, pinta ou sinal é recomendado marcar uma consulta.

Essa observação tem que ser feita de forma minuciosa. É importante não desprezar partes do corpo como as costas, atrás das orelhas, a cabeça, os pés e as mãos que devem ser examinadas, pelo menos, duas vezes ao ano. Feridas que não cicatrizam há mais de um mês, pintas e manchas irregulares – que eventualmente mudam de tamanho, por exemplo, ou até mesmo manchas novas podem ser sinais de um câncer de pele.

Em muitos casos, sendo possivelmente dizer que, na maioria deles, um sinal ou pinta com alterações e deformidades não é câncer.  Neste caso, o médico dermatologista irá, de forma periódica, observar se houve alterações na pele.

Para firmar o diagnóstico, o médico dermatologista irá fazer um exame chamado ABCDE (assimetria, borda, cor, diâmetro e evolução) feito com uma lupa especial. Este é o exame que mostra sinais que possam indicar o desenvolvimento de um câncer de pele e é feito por observação das características de sinais e pintas para verificar se existem indícios que possam se confirmar a doença.

Prevenção

Com campanhas como o Dezembro Laranja, o alerta para a prevenção nunca foi tão necessário. Ações simples no dia a dia podem evitar o aparecimento da doença como, por exemplo:

- Evitar se expor ao sol das 10h às 16h, quando os raios estão mais intensos;

- Fazer o uso de filtro solar todos os dias;

- Ter cuidado redobrado com a pele em praias, piscinas e atividades ao ar livre.

- Reaplicar protetor solar sempre após banhos e prática de esportes e a cada 4 horas em situações comuns.

- Usar acessórios como chapéus, bonés, guarda-sol, óculos de sol e protetor labial.

Tratamento

A melhor forma para vencer o câncer de pele é ser comprometido com hábitos saudáveis e, especialmente, procurar um especialista caso haja algo estranho. O tratamento correto, principalmente no caso do melanoma, faz toda a diferença. Quando o diagnóstico é precoce, comumente feito por um médico dermatologista e oncologista, quase sempre é possível a cura.

Cada tipo de câncer de pele requer um tratamento, a depender do estado do câncer. O médico irá decidir junto ao paciente a melhor forma. Isso pode incluir a realização de cirurgia para a retirada do câncer, quimioterapia ou radioterapia.

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