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O ombro é a articulação humana que pode se movimentar em mais posições pois tem a maior amplitude de movimentos, por isso é a que mais se desloca. O deslocamento do ombro...

As manchas são uma variação na cor da pele, que dependendo da concentração de melanina no local, podem aparecer marrons, brancas ou vermelhas. Costumam causar incômodo e levar à procura por tratamento as manchas do envelhecimento, as hipercromias e hipocromias pós-inflamatórias (manchas causadas por lesões), as manchas em áreas sensíveis como axilas, virilhas e parte interna das coxas, além dos cloasmas que surgem na gravidez. Dentre as manchas do envelhecimento, destacam-se as melanoses solares, sardas brancas nas pernas e antebraços, ceratose actínica (lesões pré-cancerígenas) e a poiquilodermia, que se manifesta como um avermelhamento na parte lateral do pescoço. Com relação às manchas que surgem após lesões, originadas a partir do processo cicatricial, são comuns as causadas por acne, picadas de insetos, queimaduras e arranhões. Os cloasmas são manchas escuras que costumam aparecer durante a gravidez em áreas da face como buço, região frontal e maxilar. É importante prevenir o surgimento de algumas dessas manchas através do uso regular de filtros solares. No caso das manchas já instaladas, o tratamento visa atenuá-las ou até mesmo eliminá-las e pode variar, dependendo da avaliação do dermatologista, que irá determinar o tipo de mancha e o tratamento mais apropriado para cada caso. Alguns dos tratamentos existentes são medicamentos tópicos, peelings (de cristal e químicos), terapia fotodinâmica, luz intensa pu , radio freqüência fracionada e o laser de diodo fracionado.

cirurgia bariátrica ( para obesidade ) acaba de comprovar mais um benefício: o controle da hipertensão arterial. De acordo com um estudo inédito realizado por pesquisadores do HCor – Hospital do Coração e publicado na segunda-feira na revista científica Circulation, 51% dos pacientes obesos hipertensos submetidos ao procedimento apresentaram remissão da doença um ano após a cirurgia.

Para avaliar a eficácia da cirurgia bariátrica no controle da hipertensão arterial, 100 pacientes hipertensos com obesidade grau 1 e 2 (IMC entre 30 e 40) foram divididos em dois grupos de 50 pacientes de forma aleatória. Um grupo foi submetido à cirurgia de bypass gástrico em Y de roux, redução do estômago mais praticada no Brasil, associada ao tratamento medicamentoso, e o outro grupo recebeu apenas o tratamento medicamentoso associado a orientações dietéticas e mudança do estilo de vida. Todos foram acompanhados durante o período de um ano.

Os resultados mostraram que 83,7% dos pacientes submetidos à cirurgia bariátrica conseguiram manter a pressão controlada com a redução de pelo menos 30% do número de medicações, enquanto apenas 12,8% do grupo clínico atingiram este objetivo. Além disso, o grupo submetido à intervenção cirúrgica perdeu cerca de 29% do peso corporal, em comparação com menos de 1% entre os participantes do grupo medicamentoso.

Outros benefícios observados nos pacientes submetidos à cirurgia metabólica foram redução do perfil lipídico, de marcadores inflamatórios, colesterol, triglicérides, glicemia e do risco cardiovascular. De acordo com os pesquisadores, essa foi a primeira vez que um estudo controlado e randomizado comprou os benefícios da intervenção no controle e no combate à pressão alta. Os resultados do estudo Gateway foram apresentados na segunda-feira no encontro anual da Associação Americana do Coração (AHA, na sigla em inglês), realizado em Anaheim, na Califórnia, nos Estados Unidos, e recebidos positivamente pelos cardiologistas.

Adesão ao tratamento

Estima-se que 75% dos pacientes hipertensos recorram a pelo menos duas medicações para o controle da doença, o que não só interfere no orçamento, como impõe dificuldades de adesão, acesso ao tratamento e efeitos colaterais indesejados.

“Estudos mostram que quanto maior o número de remédios, pior é a aderência dos pacientes ao tratamento. No caso da hipertensão, a partir de três medicações, a aderência cai em torno de 40% e, consequentemente, o risco cardiovascular aumenta”, diz Schiavon.

Mais da metade das pessoas com sobrepeso são hipertensas e a prevalência de hipertensão é cerca de três vezes maior em pacientes obesos. A doença também está associada a outras complicações como o diabetes, dislipidemia e o risco cardiovascular.

“A cirurgia mais uma vez mostra efeitos muito benéficos, mas é um tratamento que precisa ser bem avaliado pelo médico. Os cardiologistas poderão ter mais uma opção para tratamento de pacientes obesos e hipertensos, principalmente os de mais difícil controle”, ressalta o médico.

A cafeteria Grão Expresso abriu filial dentro das dependências do Centro Médico Berrini . 

Venha conhecer

Arritmia sinusal me impede de fazer atividades físicas ou outra atividade?

Não, também não! Se o paciente for saudável e se não houver nenhuma outra situação clínica, não haverá problemas para o paciente. Aliás, arritmia sinusal nem é uma doença em si. É uma alteração no eletrocardiograma e não provoca sintomas e nem impede o paciente de realizar qualquer atividade física.

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O acúmulo de gordura no fígado, tecnicamente chamado de esteatose hepática, é um problema bastante comum que pode ser causado por fatores de risco como obesidade, diabetes, colesterol alto e consumo excessivo de bebidas alcoólicas.

Apesar de nem sempre o paciente apresentar sintomas, ele pode sentir dor no lado direito do abdômen, barriga inchada, enjoos, vômitos e mal-estar geral. Na presença desses sintomas, deve-se consultar um hepatologista para realizar exames que avaliam o funcionamento do fígado e a gravidade da doença.

A gordura no fígado pode ser controlada com alterações na dieta e a prática regular de exercício físico, sendo importante seguir o tratamento adequado para evitar complicações como a cirrose.

Graus de gordura no fígado

A gordura no fígado pode ser classificada de acordo com a sua gravidade como mostrado a seguir:

  • Grau 1 ou Esteatose hepática simples: o excesso de gordura é considerada inofensivo. Geralmente o paciente não tem sintomas e só descobre o problema através de um exame de sangue de rotina;
  • Grau 2 ou Esteatose hepática não alcoólica: além do excesso de gordura, o fígado fica inflamado. Geralmente, o paciente sente sintomas como dor no lado direito do abdômen e barriga inchada;
  • Grau 3 ou Fibrose hepática: existem gordura e inflamação que causam alterações no órgão e nos vasos sanguíneos ao seu redor, mas o fígado ainda funciona normalmente;
  • Grau 4 ou Cirrose hepática: é a fase mais grave da doença e  surge após anos de inflamação, sendo caracterizada por alteração em todo o fígado que causam redução do seu tamanho e deixam sua forma irregular. A cirrose pode evoluir para câncer ou morte do fígado, quando é necessário fazer um transplante de órgão.

Assim, além de avaliar a quantidade de gordura no órgão, também é importante verificar a presença de inflamação, pois ela é a principal causa da morte das células deste órgão. Para avaliar a progressão da doença, pode-se utilizar a Elastografia Hepática, que é um exame rápido e sem dor.


 

Sintomas

Normalmente durante os primeiros estágios da doença o paciente não sente sintomas, descobrindo o problemas ocasionalmente através de exames para diagnosticar outras doenças. No entanto, nos estágios mais avançados, podem surgir dor no lado direito superior do abdômen, perda de peso sem explicação, cansaço e mal-estar geral, enjoos e vômitos.

Em casos de cirrose, outros sintomas também podem surgir, como pele e olhos amarelados, coceira no corpo e inchaço na barriga, nas pernas e nos tornozelos.

Fatores de Risco

O risco de desenvolver gordura no fígado não ligada ao consumo excessivo de álcool é maior em casos de:

  • Obesidade;
  • Diabetes tipo 2;
  • Pressão alta;
  • Colesterol alto;
  • Idade maior que 50 anos;
  • Fumar;
  • Hipotireoidismo;

 

Gordura no Fígado

 

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